Especialistas do EuSaúde e do EuSaúde Educação apontam qual é a melhor solução para o atual momento da pandemia.

No ano passado, em função da pandemia, pela primeira vez na história do Brasil (e talvez no mundo ocidental), as escolas foram impedidas de funcionar presencialmente. Neste ano, a comunidade educacional começou o ano com esperanças de um retorno à normalidade da vida escolar.

Entretanto o cenário foi o pior possível e, devido ao aumento descontrolado do número de infectados pelo vírus, as escolas seguem fechadas. As poucas que abriram, em alguns estados, tiveram que retroceder e voltar às aulas à distância.

Segundo levantamento da Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep), 19 estados proíbem atividades educacionais de estabelecimentos privados de ensino. Entre as redes estaduais, são 23 com aulas apenas remotas, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

Liminar emitida pela Justiça em 4 de abril suspendeu as aulas no Rio nas redes municipal e privada. Em São Paulo, por enquanto, todas as redes seguem funcionando no sistema remoto. Em Minhas Gerais o ano letivo de 2021 da rede pública estadual começou em 08 de março e segue de forma remota. 

O problema da educação à distância no Brasil fica mais grave ainda quando considera-se o fato de a maioria das crianças não conseguirem nem mesmo participar das aulas, pois nem todas têm acesso à Internet. 

Pesquisadores já apontam uma séria perda de aprendizagem no país. Um estudo do Banco Mundial mostra que 70% das crianças com até dez anos podem sofrer com “pobreza de aprendizagem”.

Momento ainda exige cuidado

O médico infectologista do EuSaúde, Dr. Luís Gustavo Santos, corrobora a necessidade da suspensão das aulas presenciais, lembrando que o ambiente escolar – com aglomeração – pode ser um ponto de disseminação do vírus.

A volta às aulas, neste momento, pode ser um agravante da situação na comunidade”, afirma ele, lembrando que estamos com restrições impostas pela “onda roxa” estadual, além de medidas restritivas adequadas por cada município, de acordo com deliberação do STF.

“Devemos levar em conta que houveram mutações no vírus que provavelmente  o tornaram mais transmissível, e talvez mais letal. E a volta às aulas agora pode ser um agravante, com aumento do risco de transmissão”, aponta o infectologista. 

Ele alerta que, quando voltarem as aulas, os protocolos de segurança devem ser seguidos com responsabilidade e não pode haver relaxamento por parte da comunidade.

“É preciso que  redobremos os cuidados e aguardemos uma vacinação mais efetiva,  que avança, mesmo que a passos lentos no momento. Somente assim poderemos sair dessa situação grave que o Brasil atravessa”, aconselhou. 

De olho na volta as aulas, e com o objetivo de ajudar a  comunidade escolar em todo o processo, o EuSaúde Educação surge como uma alternativa para que as instituições de ensino possam reabrir as portas futuramente.

Trata-se de um programa voltado para auxiliar pais, alunos, professores e funcionários na retomada das aulas presenciais de forma segura, além de disponibilizar a telemedicina 24 horas por dia, 7 dias da semana.

Baseado nas boas práticas internacionalmente adotadas, o protocolo do programa apresenta critérios como higienização de cadeiras e mesas, distanciamento de carteiras, determinação de reuniões a distância, definição de capacidade máxima em ambientes compartilhados, utilização de máscaras, entre outros pontos.

Seguidas as orientações do documento, os níveis de segurança aumentam e tendem a garantir a convivência segura entre professores e estudantes. 

Mesmo assim, o Dr. Luis Gustavo alerta que, quando as escolas reabrirem, a comunidade escolar deve continuar evitando aglomerações fora da escola. 

“Não adianta a escola se engajar, com todo um ecossistema planejado e vigiado, e no ambiente extra-escolar os colaboradores e os pais/tutores dessas crianças não respeitarem as medidas recomendadas”, completa o profissional.

A importância do ensino presencial

Apesar da emergência sanitária, o EuSaúde Educação defende que, assim que a pandemia arrefecer, as escolas devem ser as primeiras a abrir.

As aulas presenciais são essenciais para o desenvolvimento intelectual, cognitivo e emocional dos estudantes. Quanto antes essa situação for normalizada (mesmo que seja dentro do novo normal), melhor será para todos os envolvidos no processo da educação formal.

Nada mais saudável do que a convivência presencial entre professores e alunos. “A criança precisa de todo um ambiente próprio, com pessoas preparadas para motivá-la”, alerta Marcelo Nunes, líder de projetos do EuSaúde Educação.

Segundo ele, a escola é essencial para o crescimento e desenvolvimento da criança. “Há retrocessos observados na educação remota; por exemplo há crianças que já deviam estar lendo e não estão conseguindo a se desenvolver como na educação presencial. Com certeza vamos ter problemas futuros pelo atraso que as crianças estão tendo na educação”, explica Nunes. 

De acordo com ele “a experiência mundial tem nos mostrado que em casos extremos de urgência sanitária as escolas devem ser as últimas a serem fechadas; mas também devem ser as primeiras a reabrirem assim que possível”.

O EuSaúde Educação está pronto para ajudar a sua escola a reabrir com segurança. Conheça nossos serviços!